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Professor(a), cada vez mais surgem currículos que valorizam o pensar matemático e pedem algo além do cálculo correto.
Eles valorizam interpretação, argumentação, investigação e uso consciente da tecnologia.
Um exemplo disso é o International Baccalaureate Diploma Programme, um currículo internacional adotado por muitas escolas no Brasil e no mundo. A lógica que ele propõe vale para qualquer sala de aula que queira desenvolver pensamento matemático de verdade.
Nesse tipo de abordagem, a calculadora gráfica não aparece como “facilitadora de contas”, e sim como uma ferramenta para pensar.
Ela ajuda o aluno a enxergar relações, testar ideias e discutir Matemática, em vez de apenas executar procedimentos.
Em muitas aulas, a calculadora entra só no final, para conferir resultados.
Mas quando ela é usada desde o início da atividade, a dinâmica muda completamente.
Por exemplo:
o aluno observa o comportamento de uma função antes de resolvê-la no papel;
testa valores, parâmetros e gráficos;
formula hipóteses e depois tenta explicá-las matematicamente.
Isso acontece tanto em propostas mais analíticas (como as que enfatizam álgebra e funções) quanto em propostas mais aplicadas, ligadas a dados, modelagem e contexto real.
Um ponto importante: a calculadora não pensa pelo aluno.
Ela só ganha sentido quando o professor conduz a exploração com boas perguntas, como:
O que você esperava que acontecesse?
Por que o gráfico tem esse formato?
O que muda quando alteramos esse valor?
Esse resultado faz sentido no contexto?
Essas perguntas transformam o uso da tecnologia em aprendizagem real.
A calculadora passa a apoiar o conteúdo e a estratégia didática, e não a competir com elas.
Currículos como o IB valorizam muito tarefas investigativas, projetos e avaliações em que o aluno precisa explicar o raciocínio, e não apenas apresentar uma resposta.
Quando o estudante aprende a usar a calculadora gráfica para:
explorar diferentes representações;
comparar estratégias;
justificar conclusões;
ele desenvolve autonomia matemática — algo que também dialoga diretamente com a BNCC e com o Novo Ensino Médio.
Em resumo, mesmo que você não trabalhe em uma escola internacional, a pergunta central continua válida:
a calculadora está ajudando seu aluno a pensar melhor?
Quando usada de forma integrada à aula, a calculadora gráfica amplia a compreensão, fortalece o diálogo matemático e aproxima a Matemática escolar da Matemática do mundo real.
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Ana Cláudia Cossini Martins
Professora Especialista em Currículo (Física)
Secretaria de Educação do Estado de São Paulo
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Maria Regina Duarte Lima
Professora Especialista em Currículo (Matemática)
Secretaria de Educação do Estado de São Paulo
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Paula Roberta Pereira da Silva
Professora Componente Física
Secretaria de Educação do Estado de São Paulo